15 dos Maiores Ditadores de Todos os Tempos

Um ditador é, por definição, um governante que assume todos os poderes do Estado. Autoritário não permite qualquer controle constitucional ou legislativo

Mao Tsé-Tung

Mao Tsé-Tung: foi presidente do Partido Comunista da China e um dos fundadores da República Popular da China, a qual ele governou desde sua proclamação, em 1949, até sua morte, em 1976. O auto-intitulado “Grande Timoneiro” foi, sem sombra de dúvidas o maior assassino em massa da história. A maior parte de suas vítimas foram seus próprios compatriotas chineses, assassinados após a tomada comunista, esfomeados ou mortos e torturados em campos de trabalho na Revolução Cultural dos anos sessenta.

Na verdade, o que ficou conhecido como “Revolução Cultural” nem foi uma revolução, nem teve nada a ver com cultura, senão que bem ao contrário. Tratava-se simplesmente de um ajuste de contas entre grupos rivais, dentro do Partido Comunista, e que foi vencido pelo mais canalha: Mao Tsé-Tung.

 

Adolf Hitler

Adolf Hitler de origem austríaca foi um dos mais terríveis líderes totalitários do século XX. Ele ocupou o poder na Alemanha entre 1934 e 1945. Durante este período, especialmente na Segunda Guerra Mundial, suas tropas foram responsáveis pela morte de seis milhões de pessoas que Hitler considerava inferiores. Dentre as vítimas do Holocausto estavam judeus, negros, homossexuais e outras minorias que não se encaixavam no que o führer chamava de “raça ariana”, ou “raça superior”. O genocídio que o líder alemão comandou está entre os momentos de maior terror da história da humanidade.

 

Muammar al-Gaddafi

Muammar al-Gaddafi governou a Líbia por 42 anos, desde 1969, quando instaurou em seu país uma revolução socialista e islâmica, até sua morte, em outubro de 2011, enquanto defendia um regime totalitário e repressivo.

 

Hosni Mubarak

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Hosni Mubarak governou a República Árabe do Egito por 30 anos, desde outubro de 1981 até fevereiro de 2011, após o assassinato de Anwar el-Sadat, quando se viu obrigado a renunciar no auge dos protestos em massa que exigiam seu afastamento.

 

Saddam Hussein

Saddam Hussein liderou a ditadura iraquiana desde 1979, quando assumiu o poder com o apoio do Ocidente, até 2003, quando foi deposto por uma coalizão formada pelos EUA, Reino Unido, Austrália, Espanha e Polônia.

 

Pinochet

Augusto Pinochet governou o Chile como presidente (entre outros títulos que acumulou) entre 1973 e 1990. Depois de deixar o poder, permaneceu como chefe das forças armadas do país até 1998. Durante seu governo, o ditador se tornou conhecido pela violência. Ele foi responsável pela morte de quase três mil opositores, e prendeu e torturou mais de 30 mil pessoas. Pinochet respondeu a vários processos por violação dos direitos humanos, mas não chegou a ser condenado, já que sua saúde debilitada o impedia de comparecer às audiências. Morreu em 2006, depois de assumir a responsabilidade pelas mortes durante seu governo, dizendo que agiu com patriotismo. Pinochet morreu em 10 de dezembro de 2006, data adotada pela ONU como o Dia Internacional dos Direitos Humanos.

 

Benito Mussolini

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Benito Mussolini, fundador do fascismo, foi o primeiro-ministro do Reino da Itália em 1922, quando assumiu os poderes ditatoriais, até 1945, quando foi deposto e fuzilado, após exceder o período do seu mandato, em 1943, com a ajuda da Alemanha Nazista.

 

Francisco Franco

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Francisco Franco, político e militar espanhol, esteve à frente da ditadura de seu país como chefe de estado desde 1937, quando, na época da Guerra Civil, instaurou o regime hoje conhecido como franquismo, até sua morte, em 1975.

 

Fidel Castro

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Fidel Castro tendo começado na vida política como opositor do presidente Fulgencio Batista, chegou ao poder depois de liderar a Revolução Cubana, que triunfou em 1959. Inicialmente, foi primeiro-ministro durante o mandato de Manuel Urrutia LLeó, assumindo posteriormente a presidência, cargo que ocupou até 2008.

 

Stalin

Josef Stalin foi o líder máximo da União Soviética entre os anos 1920 e 1950. Antes e depois da Segunda Guerra, o “homem de aço”, como era conhecido, pôs em prática uma série de deportações, prisões e execuções de opositores ao regime comunista. Segundo informações do arquivo oficial do governo Russo, as vítimas do governo Stálin passaram dos três milhões, sendo que 800 mil pessoas foram executadas. Entretanto, historiadores russos atribuem números bem maiores – algo próximo de nove milhões de vítimas – às atrocidades que o governante cometeu durante seu tempo no poder.

 

Papa Doc

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O médico François Duvalier (Papa Doc) começou a se destacar na profissão ao lidar com questões de saúde pública no Haiti. Entre os anos 1930 e 1940, Duvalier trabalhou em hospitais da capital Porto Príncipe, ajudando a combater doenças tropicais como a malária e a febre amarela. Nessa época, era chamado carinhosamente por seus pacientes de Papa Doc (algo como “papai doutor”). Entretanto, ao ascender na política e assumir o governo do Haiti em 1957, de “papai” e “doutor”, só ficou o apelido. Duvalier aos poucos concentrou o poder em torno de si e exterminou seus opositores. Ele instaurou um governo baseado na força, exercida principalmente pela Milícia de Voluntários da Segurança Nacional. Os soldados eram comumente conhecidos como “touton macoute”, expressão em francês que remete a uma figura como a do “bicho-papão”.

 

Pol Pot

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Saloth Sar (Pol Pot) ficou conhecido no mundo todo como Pol Pot, nome que adotou pouco antes de assumir o poder no Camboja. Pot governou o país asiático entre 1963 e 1979. Apesar de seu governo não ter sido dos mais extensos, se comparado ao de outros ditadores, 16 anos foi tempo de sobra para as atrocidades do líder cambojano. Em apenas quatro anos, entre 1975 e 1979, o regime comunista de Pot executou cerca de dois milhões de pessoas, quase 25% da população do país naquela época. A maioria das vítimas fazia parte do governo anterior: funcionários públicos, policiais, militares e professores. Outros grupos que sofreram com a perseguição e morte foram o de cristãos e o de muçulmanos. Pot é o terceiro, da esquerda para a direita, sentado na poltrona.

 

Omar al-Bashi

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Omar al-Bashir dita as regras no Sudão desde 1989. Ao assumir o poder, ele dissolveu o parlamento, censurou a imprensa e extinguiu todos os partidos políticos. Em 2003 al-Bashir começou uma campanha de perseguição étnica e religiosa no país africano e matou mais de 180 mil pessoas. Apesar de ter um mandado de prisão emitido pelo Tribunal Penal Internacional, com acusações de genocídio, o líder do Sudão continua em liberdade e está no poder após ter vencido as eleições presidenciais de 2010.

 

Robert Mugabe

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Robert Mugabe é o atual presidente do Zimbábue, cargo que ocupa desde dezembro de 1987. Ele já ocupava o poder no país desde 1980, quando se tornou primeiro-ministro. Em junho de 2008 ele venceu as eleições presidenciais pela sexta vez consecutiva. Seu governo é considerado um dos mais corruptos de todo o continente africano. O governante age com violência contra seus opositores, frequentemente intimidando-os por meio das forças armadas do governo. Mugabe é suspeito de estar envolvido diretamente com o comércio ilegal de diamantes no país e no continente.

 

Bashar al-Assad

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O presidente da Síria Bashar al-Assad ocupa o cargo desde 2000. Seu mandato começou como uma promessa de mudança, com maior abertura política, mas não foi o que aconteceu. No começo deste ano, os diversos protestos no mundo árabe fizeram com que o governo prometesse mudanças mais rápidas no sistema político. Entretanto, a lentidão para anunciar as reformas levou a população a se revoltar e sair para a rua em diversos protestos. Os opositores foram oprimidos com violência pelo governo. O último balanço divulgado pela ONU, nesta segunda-feira, contabiliza mais de 2,2 mil mortos pelas forças militares de Bashar al-Assad.

 

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