Humor – Piadas de Advogados

AD Humor - Piadas de Advogados

Caridade
Uma instituição de caridade nunca havia recebido uma doação de um dos advogados mais ricos da cidade. O diretor da instituição decidiu, ele mesmo, ir falar com o advogado:
– Nossos registros mostram que o senhor ganha mais de R$ 800.000,00 por ano e assim mesmo o senhor nunca fez uma pequena doação para nossa caridade. O senhor gostaria de contribuir agora?
O advogado responde:
– A sua pesquisa apurou que minha mãe está muito doente e que as contas medicação muito superiores a renda anual dela?
– Ah, não! – Murmurou o diretor.
– Ou, que meu irmão é cego e desempregado?
O diretor nem se atreveu a abrir a boca.
– Ou, que o marido da minha irmã morreu num acidente e a deixou sem um tostão e com 5 filhos menores para criar?
O diretor já sentindo-se humilhado falou:
– Desculpe-me, eu não tinha a menor ideia de tudo isso.
– Então, se eu não dou um tostão para eles, porque iria dar para vocês?

O Operário
E o operário vai ao advogado da empresa perguntar quanto custa um divórcio.
– Uns oito mil reais, Chico.
– Oito mil? Isso é um absurdo, doutor! Desse jeito, só os ricos podem se divorciar!
– Exatamente, Chico! Pobre tem que ser corno a vida inteira.

Engano de Bicho
O coelhinho tropeça numa cobra e logo justifica:
– Desculpe! É que eu não te vi. Sou cego!
– Não tem problema! – Ameniza a cobra. – Eu também não te vi. Também sou cega. Que tipo de animal é você?
– Não sei! Quer me apalpar para ver se você descobre?
– Quero! Hummm… Você é macio… Fofinho… Tem orelhas longas… Focinho pequeno. Já sei! Você deve ser um coelhinho!
– Que legal! E você, que bicho é?
– Também não sei! Por que você não tenta descobrir?
– Legal! Hummm… Você é grosso… Frio… Duro… Escorregadio… Acho que você é um advogado!

Grande ajuda
Enterrado em dívidas, aquele advogado resolve se suicidar. Vai no meio da rua, joga um litro de gasolina sobre o corpo e quando vai atear fogo, uma mulher o segura pelo braço:
– Não faça isso seu moço! – diz ela, comovida com a dramática situação.
– Se o problema é dinheiro, a gente vai dar um jeito!
Ela pega uma sacolinha e começa a abordar os carros pedindo auxílio.
Vinte minutos depois ela volta com a sacolinha quase cheia.
– Quanto você conseguiu? – pergunta o advogado, ansioso. E ela:
– Não muita coisa! Uns quinze isqueiros e seis caixas de fósforos!

Pare ou Diminua
Um advogado dirigia distraído quando, num sinal PARE, passa sem parar, mesmo em frente a uma viatura do BOPE. Ao ser mandado parar, toma uma atitude de espertalhão.
Policial – Boa tarde. Documento do carro e habilitação.
Advogado – Mas por quê, policial?
Policial – Não parou no sinal de PARE ali atrás.
Advogado – Eu diminuí, e como não vinha ninguém…
Policial – Exato. Documentos do carro e habilitação.
Advogado – Você sabe qual é a diferença jurídica entre diminuir e parar?
Policial – A diferença é que a lei diz que num sinal de PARE deve parar completamente. Documento e habilitação.
Advogado – Ouça policial, eu sou Advogado e sei de suas limitações na interpretação de texto de lei, proponho-lhe o seguinte: se você conseguir me explicar a diferença legal entre diminuir e parar eu lhe dou os documentos e você pode me multar. Senão, vou embora sem multa.
Policial – Muito bem, aceito. Pode fazer o favor de sair do veículo, Sr. Advogado?
O Advogado desce e é então que os integrantes do BOPE baixam o cacete, é porrada pra tudo quanto é lado, tapa, botinada, cassetete, cotovelada, etc.
O Advogado grita por socorro, e pede para pararem pelo amor de Deus.
E o policial:
– Quer que a gente PARE ou só DIMINUA?!?!

A Advogada e o Surdo Mudo
Um chefão da Máfia descobriu que seu contador havia desviado dez milhões de dólares do caixa. O contador era surdo-mudo. Por isto fora admitido, pois nada poderia ouvir e, em caso de um eventual processo, não poderia depor como testemunha. Quando o chefão foi dar um arrocho nele sobre os US$ 10 milhões, levou junto sua advogada, que sabia a linguagem de sinais dos surdos-mudos. O chefão perguntou ao contador:
– Onde estão os U$10 milhões que você levou?
A advogada, usando a linguagem dos sinais, transmitiu a pergunta ao contador, que logo respondeu:
– Eu não sei do que vocês estão falando.
A advogada traduziu para o chefão:
– Ele disse não saber do que se trata.
O mafioso sacou uma pistola 45 e encostou-a na testa do contador, gritando:
– Pergunte a ele de novo.
A advogada, sinalizando, disse ao infeliz:
– Ele vai te matar se você não contar onde está o dinheiro.
O contador sinalizou em resposta. –
OK, vocês venceram, o dinheiro está numa valise marrom de couro, que está enterrada no quintal da casa de meu primo Enzo, no nº 400, da Rua 26, quadra 8, no bairro Santa Marta!
O mafioso perguntou para advogada:
– O que ele disse?
E ela respondeu:
– Ele disse que não tem medo de veado e que você não é macho o bastante para puxar esse gatilho…

A Velhinha
A velhinha conta calmamente para o juiz:
– Estava deitada na rede, numa tarde fresca de primavera, quando um jovem se aproximou.
– A senhora o conhecia?
– Não, mas ele foi muito amigável!
– O que aconteceu depois?
– Ele começou a acariciar minhas pernas…
– E a senhora o deteve?
– Não!
– Por que não o deteve?
– Foi muito bom… ninguém havia feito isto, desde que meu marido faleceu há dez anos.
– O que aconteceu depois?
– Ele começou a acariciar meus seios!
– A senhora o deteve então?
– Não!
– Por que não?
– Porque me fez sentir viva e excitada!
– O que aconteceu depois?
– Bem, eu me senti muito quente, e disse: Sou toda sua, rapaz!
– Ele a possuiu?
– Claro que não! Foi aí que ele gritou: “primeiro-de-abril!”. – Aí, eu dei um tiro no filho da p…

Livros de Gil DePaula

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