10 dos Maiores Atores Brasileiros de Todos os Tempos

O leitor do Blog do Gil, Roldão Simas Filho, lembrou, com muita propriedade, que faltaram alguns nomes de grandes atores no post “13 DOS MAIORES ATORES BRASILEIROS DE TODOS OS TEMPOS”, publicado em 07 de agosto de 2014. Portanto, agora, este novo post traz alguns nomes sugeridos por ele, entre outros.

Rodolfo Mayer

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Estreou em 1927 fazendo radionovelas na Rádio Record e depois na Rádio Jornal do Brasil. Trabalhou por mais de 60 anos, estreando no cinema na primeira versão da obra “A Escrava Isaura”, nos anos 30 e na TV na novela “Os Quatro Filhos” de Jota Silvestre, na TV Excelsior em 1965, e foi um dos monstros sagrados do teatro brasileiro, atuando durante vinte anos no monólogo “As Mãos de Eurídice” de Pedro Bloch, com grande sucesso no Brasil e no exterior. Ele fez mais de quatro mil apresentações desse espetáculo.

Participou de mais de quatrocentas radionovelas, 110 peças de teatro, dezesseis filmes e 25 telenovelas. Foi casado com a atriz, também já falecida, Lourdes Mayer com quem teve dois filhos. Aposentou-se após 56 anos de atividades artísticas. Foi um dos fundadores da Associação dos Amigos do Teatro Municipal de Niterói – ATEM. Ele morreu em Niterói vítima de uma insuficiência respiratória.

Paulo Gracindo

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Desde cedo sonhava ser ator, mas o pai era um obstáculo e lhe dizia no dia em que você subir a um palco, saio da plateia e te arranco de lá pela gola. Paulo Gracindo respeitou a proibição até a morte do pai.

Aos vinte anos, mudou-se para o Rio, dormiu na rua e passou fome. Investiu num namoro com a filha de um português para entrar no grupo de teatro de maior prestígio da época, o Teatro Ginástico Português. Batizado Pelópidas Guimarães Brandão Gracindo, no palco mudou o nome.
Participou das maiores companhias teatrais dos anos 30 e 40. Fez sucesso na Rádio Nacional, apresentando o Programa Paulo Gracindo. Com a radionovela O Direito de Nascer, encantou no papel de Alberto Limonta.  No  programa de rádio Balança Mas Não Cai interpretou, com Brandão Filho, o quadro do Primo Pobre e Primo Rico.

Na televisão fez personagens inesquecíveis, como o Tucão da telenovela Bandeira 2 (1971), o Coronel Ramiro Bastos em Gabriela (1975), o João Maciel de O Casarão (1976), o padre Hipólito de Roque Santeiro (1985) e o Primo Rico, no humorístico Balança Mas Não Cai. O mais marcante, porém, foi o prefeito Odorico Paraguaçu, de O Bem Amado de Dias Gomes (1973; 1980-1984). Fez poucos filmes, mas foi um dos atores preferidos da geração do Cinema.

Morreu aos 84 anos. Encontra-se sepultado no Cemitério de São João Batista no Rio de Janeiro. É pai do também ator Gracindo Júnior, e avô dos atores Gabriel Gracindo, Pedro Gracindo e Daniela Duarte.

Cacilda Becker

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Filha do imigrante italiano Edmondo Iaconis e de Alzira Becker, Cacilda tinha apenas nove anos quando seus pais romperam o casamento e sua mãe viu-se obrigada a criar três filhas sozinha, uma delas a também atriz Cleyde Yáconis. Por este motivo, fixaram-se na cidade de Santos, onde Cacilda ainda jovem frequentou os círculos boêmios e mais vanguardistas, já que por ser filha de pais pobres e separados não podia estabelecer amizade com pessoas da alta sociedade.

Cacilda começou no teatro paulista como atriz amadora e se profissionalizou em 1948. Neste ano, Nydia Lícia recusou um papel na peça “Mulher do Próximo”, de Abílio Pereira de Almeida, produzida pelo Teatro Brasileiro de Comédia (TBC), para não ter que beijar nem dizer “amante” em cena, pois isto podia lhe custar o emprego numa importante loja. Cacilda, que a substituiu, exigiu ser contratada como profissional, acabando com o velho preconceito de que artista sério deveria ser diletante.

Em 30 anos de carreira, Cacilda encenou 68 peças, no Rio de Janeiro e em São Paulo fez três filmes (Luz dos Seus Olhos em 1947, Caiçara, em 1950, Floradas na Serra, em 1954) e uma telenovela (Ciúmes, em 1966) na TV Tupi, além de outras participações em teleteatros na televisão. Foi Cacilda quem inaugurou o Teatro Municipal de São Carlos com a peça Esperando Godot no começo de 1969.

Cacilda provocava paixões avassaladoras e teve três maridos, sendo o último Walmor Chagas, com quem adotou sua única filha, Maria Clara Becker Chagas, nascida em 1964. Durante a apresentação do espetáculo Esperando Godot, que encenava com o marido, na capital paulista, em 6 de maio de 1969, Cacilda sofreu um derrame cerebral e foi levada para o hospital, ainda com as roupas de sua personagem. Morreu após 38 dias de coma e foi sepultada no Cemitério do Araçá, com a presença de uma multidão de admiradores.

Bibi Ferreira

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Abigail Izquierdo Ferreira, mais conhecida pelo nome artístico Bibi Ferreira (Rio de Janeiro, 1 de junho de 1922), é atriz, cantora, diretora e compositora. É filha do ator Procópio Ferreira e da bailarina espanhola Aída Izquierdo. Nem Bibi sabe ao certo o dia em que nasceu. A mãe dizia que ela nascera em 1º de Junho. O pai falava que a data era 4 de Junho mas, sua certidão de nascimento traz a data de 10 de Junho.

Fez sua estreia teatral aos 24 dias de vida na peça Manhãs de Sol, de autoria de Oduvaldo Vianna, substituindo uma boneca que desaparecera pouco antes do início do espetáculo. Logo após os pais se separaram e Bibi passou a viver com a mãe, que foi trabalhar na Companhia Velasco, uma companhia de teatro de revista espanhola.

Seu primeiro idioma, até os quatro anos, foi o espanhol. O idioma português e o grande amor pela ópera ela viria a aprender com o pai.

De volta ao Brasil, tornou-se a atriz mirim mais festejada do Rio de Janeiro. Entrou para o Corpo de Baile do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, onde permaneceu por longo tempo, até estrear na companhia do pai.
Aos nove anos teve negada a matrícula no Colégio Sion, em Laranjeiras, por ser filha de um ator de teatro.

Sua estreia profissional nos palcos aconteceu em 28 de fevereiro de 1941, quando interpretou “Mirandolina”, na peça La Locandiera. Em 1944, montou sua própria companhia teatral, reunindo alguns dos nomes mais importantes do teatro brasileiro, como Cacilda Becker, Maria Della Costa e a diretora Henriette Morineau. Pouco mais tarde, foi para Portugal, onde dirigiu peças durante quatro anos com grande sucesso.

Dulcina de Morais

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Ducina era filha de dois grandes atores da época: Átila e Conchita de Moraes. O seu nome é uma homenagem a sua avó materna Dulcina de Los Rios Vallina, que também era atriz. Com apenas um mês de vida, Dulcina já estava em cena, no lugar de uma boneca que ocupava o berço utilizado na peça.

Aos 15 anos estreou o espetáculo “Travessuras de Berta”, pela companhia Brasileira de Comédia no Teatro Trianon. Em 1925 foi contratada pela companhia Leopoldo Fróes, uma das mais importantes da época, como Jeannine papel principal de “Lua Cheia”, de André Birabeau.

Em 4 de julho de 1930, casou-se com o ator e escritor Odilon Azevedo. Em 1935, ao lado do marido Odilon Azevedo funda a Cia. Dulcina-Odilon, responsável por êxitos memoráveis nos palcos nacionais. A Cia. foi a primeira a apresentar ao público brasileiro autores como García Lorca (Bodas de Sangue), D’Annunzio (A Filha de Iório), Bernard Shaw (César e Cleópatra, Santa Joana, Pigmaleão) e Jean Giraudoux (Anfitrião 38).

Recebe a medalha do mérito da Associação Brasileira de Críticos Teatrais, ABCT, como melhor atriz do ano pelo conjunto de trabalhos em 1939.

Em 1955, Dulcina inaugurou a Fundação Brasileira de Teatro, por quem ela viveu e morreu, dedicando-se integralmente a este sonho, primeiro no prédio onde hoje está o teatro que leva seu nome, no centro do Rio de Janeiro, e mais tarde, em 1972, em Brasília, formando centenas de atores.

No ano de 1966 morre o marido, colega e grande companheiro Odilon Azevedo.

Em 1972 transfere a FBT para Brasília e muda-se para a cidade. No dia 21 de abril de 1980, inaugura o Teatro Dulcina em Brasília.

Dulcina faleceu em 28 de agosto de 1996, em Brasília.

Wagner Moura

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Wagner Maniçoba de Moura, mais conhecido como Wagner Moura (Salvador, 27 de junho de 1976) é um jornalista, diretor, músico e premiado ator, considerado pela crítica um dos protagonistas do atual cinema brasileiro.

Começou fazendo teatro em Salvador e logo teve algumas participações em filmes. Em 2003, estrelou em Deus é Brasileiro e O Caminho das Nuvens, além de ter tido papel de destaque em Carandiru, o que o propulsionou para o cenário principal do cinema brasileiro. Seguiu estrelando em longas-metragens nacionais, incluindo os sucessos de bilheteria Tropa de Elite e Tropa de Elite 2, com o famoso personagem Capitão/Coronel Nascimento. Em 2007 foi o antagonista da novela Paraíso Tropical, sendo elogiado por sua atuação tanto pelo público quanto pela crítica.

Em 2012 foi eleito pelo site americano IMDb o 33° melhor ator de todos os tempos, ficando a frente de grandes nomes de Hollywood.

Em 2013, se tornou o primeiro ator oriundo da região Nordeste a fazer um papel de destaque na indústria cinematográfica de Hollywood, no longa metragem Elysium, contracenando com Matt Damon e Jodie Foster. O filme marcou a estreia internacional do ator brasileiro, que por esse trabalho recebeu elogios dos críticos nacionais e internacionais.

Em 2015, passou a estrelar na série internacional Narcos, interpretando o narco-traficante Pablo Escobar, papel pelo qual foi indicado a diversos prêmios, incluindo o Globo de Ouro.

Juca de Oliveira

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Filho de Antônio de Oliveira Santos, Juca estudou em São Roque e posteriormente se mudou para a capital do estado, onde entrou na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Não demorou muito para que desistisse de Direito, para se dedicar à profissão de ator.

Começou então pelo teatro. Entrou logo para o famoso TBC (Teatro Brasileiro de Comédia), onde fez inúmeras peças, como: “O Semente” , “O Pagador de Promessas”, “A Morte do Caixeiro Viajante”.

Passou para o revolucionário Teatro de Arena onde trabalhou com Augusto Boal, Flávio Império e Paulo José, e ali fez: “Eles não Usam Black-tie” , “O filho do cão”, de Gianfrancesco Guarnieri, entre outras. Na época militava politicamente, era de esquerda comunista e por isso se auto-exilou na Bolívia.

Na volta, se ligou à TV Tupi de São Paulo. E começou a fazer  TV de Vanguarda e TV de Comédia, na época dirigidos por Benjamin Cattan. Fez “Essa noite se improvisa” , “Em moeda corrente do país”, tendo como parceira Vida Alves. E aí aconteceu o sucesso extraordinário da novela “Nino, o Italianinho” de Geraldo Vietri. Em 1984, encarnou o personagem Sérgio na peça “De braços abertos”, de Maria Adelaide Amaral.

Passou para a Rede Globo, onde recebeu consagração nacional como um dos maiores atores do País. Porém, jamais deixou de fazer teatro, sua grande paixão. Montou companhia própria e aí descobriu sua outra grande vocação, a de autor teatral. As casas estiveram sempre lotadas, quando Juca montou “Meno Male”, “Hotel Paradiso”, “Caixa Dois”.

Nas 60 peças em que atuou como ator, fez quase sempre o papel central, aquele que dá a linha mestra à história encenada, e que por isso sempre são os personagens mais pesados.

Casado pela segunda vez, na primeira com Cláudia Mello e na segunda com Maria Luiza, há 23 anos.

Na televisão deu vida a personagens célebres, como o misterioso João Gibão em Saramandaia, eternizado pela cena emblemática de seu voo sobre a cidade de Bole-Bole. Ganhou bastante destaque em O Clone na pele do engenheiro genético Dr. Augusto Albieri.

Carlos Vereza

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Filho de Walter de Almeida, pintor de paredes, e de Ruth Vereza, enfermeira, nasceu no subúrbio carioca de Madureira. Autodidata, ele começou sua carreira de ator em 1959, atuando como figurante de um comercial na extinta TV Tupi.

Fascinado por televisão, era frequentador de programas de auditório. Um dia, estava na porta da emissora, na Urca, quando ouviu um diretor reclamar da falta de um ator e, rapidamente, se ofereceu para substituí-lo. Pouco tempo depois, foi contratado e começou a trabalhar no programa Noite de Gala.

Na Tupi conheceu Oduvaldo Vianna Filho. Vianinha o levou para o CPC, cuja sede funcionava no prédio da UNE. Lá, Vereza permaneceu por três anos, fazendo teatro de rua. Nessa época também participavam do CPC Ferreira Gullar, Arnaldo Jabor, Flávio Migliaccio, Cacá Diegues, Helena Ignez, João das Neves e Francisco Milani, entre muitos outros.

Após o golpe militar de 1964, o fechamento da UNE e dos CPCs, Vereza fez teatro com Antonio Abujamra. Em 1969, ingressou na TV Globo, convidado por Dias Gomes. Voltou para a Tupi, por pouco tempo, e, novamente para a Globo, onde participou de um grande número de telenovelas.

Vereza atuou em mais de 30 peças teatrais e escreveu duas: Nó Cego (1977) e Transaminases (1980). Esta última satirizava a tortura numa cela, situação que viveu por duas vezes durante o regime militar. Nesse período, foi ativo na defesa dos interesses de sua categoria, protestando contra as más condições de trabalho dos atores e a falta de regulamentação da profissão de ator. Seu nome chegou a ser indicado para a presidência do Sindicato dos Artistas.

Em 1984, conquistou o mais importante prêmio do teatro brasileiro da época – o Molière – por sua interpretação do repórter Felipe na peça No Brilho da Gota de Sangue, escrita e dirigida por Domingos Oliveira.

No cinema, atuou em mais de dez filmes, entre eles Memórias do Cárcere (1984), de Nelson Pereira dos Santos, no qual interpretou Graciliano Ramos. Por esse trabalho, o ator recebeu vários prêmios, dentre os quais, o Pavão de Ouro, no 10º Festival Internacional de Cinema da Índia.

Rubens de Falco

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Rubens de Falco da Costa (São Paulo, 19 de outubro de 1931 — São Paulo, 22 de fevereiro de 2008) – No início da carreira, em 1955, participou das atividades dos jograis em São Paulo, ao lado de nomes como Armando Bogus, Rui Afonso, Ítalo Rossi e Felipe Wagner.

De marcantes atuações no teatro (tendo participado, dentre outras peças, da montagem original de Os Ossos do Barão, de Jorge Andrade, em 1963 no Teatro Brasileiro de Comédia), Rubens foi ter o grande reconhecimento de crítica e público ao começar a atuar na televisão, sendo frequentemente escalado para papéis em telenovelas.

Fez parte do elenco das últimas novelas levadas ao ar pelas TVs Tupi e Manchete: Drácula e Brida, respectivamente.

Leôncio, o senhor algoz da personagem-título de Escrava Isaura, um dos maiores vilões da teledramaturgia brasileira, é considerado o maior papel de Rubens na TV.

Nesse mesmo veículo, Rubens protagonizou por duas vezes o papel de imperador Maximiliano em A Rainha Louca (1967), e Francisco José em A Última Valsa (1969), além de outras personagens de sucesso como o misterioso Agenor em O Grito (1975), Samir Hayala em O Astro (1978), Roberto Steen, o protagonista masculino de A Sucessora (1978), ou o poderoso Daniel em Gaivotas (1979). Foi também o Barão de Araruna na primeira versão da novela Sinhá Moça (1986).

Em 2004 participou da regravação de A Escrava Isaura na Rede Record, desta vez no papel de Comendador Almeida, pai de Leôncio.

Em outubro de 2006, sofreu um acidente vascular cerebral. Em virtude de problemas decorrentes deste AVC, o ator esteve internado de outubro de 2006 a 22 de fevereiro de 2008, no Centro Integrado de Atendimento ao Idoso (CIAI), em São Paulo, quando faleceu vítima de um ataque cardíaco, decorrente de uma embolia, aos 76 anos de idade.

Italo Rossi

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Italo Balbo Di Fratti Coppola Rossi (Botucatu, 19 de janeiro de 1931 — Rio de Janeiro, 2 de agosto de 2011). Em 1959 formou a Companhia Teatro dos Sete, ao lado de Fernanda Montenegro, Sérgio Britto, Gianni Ratto, Luciana Petruccelli, Alfredo Souto de Almeida e Fernando Torres. Apresentou no Teatro Municipal do Rio de Janeiro a peça O Mambembe, de Artur Azevedo. A montagem é considerada pela crítica um marco no teatro brasileiro.

No teleteatro apresentou um repertório de mais de 450 peças. Depois de seis anos no ar na TV Tupi, transferiu-se para a TV Rio e depois para a Rede Globo.

Fez participações importantes em telenovelas como Escrava Isaura, Que Rei Sou Eu?, Araponga, Senhora do Destino e Belíssima. Também foi o Rei Minos no episódio “O Minotauro” do Sítio do Pica-pau Amarelo em 1978.

Seu último papel na TV foi no programa humorístico Toma Lá, Dá Cá (2008), da Rede Globo, em que interpretou o personagem Seu Ladir, que popularizou o bordão “É mara!” (“É maravilhoso!”). Em janeiro de 2011 comemorou 60 anos de carreira.

Rossi esteve internado em julho de 2011 no hospital Copa D’Or, no Rio de Janeiro. Morreu aos 80 anos, por volta das 16h, do dia 2 de agosto de 2011, devido a complicações respiratórias.

 

Livros de Gil DePaula

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